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Ao término de mais um ano, bem difícil para muitos, diga-se de passagem, passo aqui para agradecer a todos os meus amigos, familiares, colaboradores e seguidores pelo carinho que sempre me dispensaram. Quero aproveitar esse meu singelo espaço para também deixar algumas palavras, se vocês me permitirem.

Tenho uma enorme gratidão por esses tempos difíceis que o nosso Brasil enfrenta. Ele tem sido árdua escola. Não concordo com os absurdos que castigam o nosso povo. Mas infelizmente somos parte disso, direta ou indiretamente. Por isso creio que o melhor caminho é aceitar. Mesmo que muitos de nós não sejamos políticos nem governantes, muito menos corruptos, é necessário abraçar, com compaixão, a penosa situação em que encontramos. Só a partir dessa aceitação é podemos pensar em uma transformação mais profunda.

Acredito que nossa solução não é virá em um passe de mágica. O desafio maior, acredito eu, está no fato dela depender da célula familiar, da educação de nossas crianças e da transformação dos nossos valores básicos mas fundamentais.

Não bastará o simples brado de Fora Temer! Fora também Aécios, Lulas e Bolsonaros. Fora políticos corruptos. Quem sabe não é hora também de um fora acomodação? Fora “votos não conscientes”, fora “furar fila”, fora “buzinar no trânsito sem necessidade” fora “não ajudar a velhinha atravessar a rua”, fora “propina”, fora “trabalho escravo”, fora “racismo”, fora “preguiça”, fora “exploração infantil, fora “vizinho mal educado que não cumprimenta”, fora “ultrapassar pelo acostamento”, fora “feriados inúteis que param o país”, fora “fila dupla”, fora “impontualidade”, fora “suborno”, fora “país que só funciona depois do carnaval”, fora “impostos absurdos”, fora “pão e circo”, fora “violência doméstica”, fora “procrastinação”, fora “jeitinho brasileiro. São muitos, sim, eu sei. Mas será que temos gritado também “fora não fiz a minha parte”?

O objetivo aqui não é falar de política, mas sim de atitudes individuais, de um povo sofrido mas com inúmeras qualidades também. Nós, com essa tal da CRISE, temos agora nas mãos, uma preciosa chance de mudar a história do país. Tudo o que temos sofrido hoje é apenas um reflexo de nossas plantações que se iniciaram em 1522. Não tenho dúvidas disso.

2017 chegou ao fim. Um ano que maltratou muita gente. Um ano para mim se pareceu mais com um tornado. Tornados levam posses, ideias, convicções. Tornados devastam crenças e certezas mas trazem esperança e renovação.

O que vem por aí? Não faço a mínima ideia. Só posso falar por mim e pelo meu último post do ano em que compartilho algumas imagens de um dos 18 casamentos que fotografei esse ano. Sinto-me grato a Deus e ao Universo por me oferecerem essa oportunidade de seguir com a fotografia, de estar vivo, isso já basta. Gratidão também pelo ano de 2017 que me aproximou ainda mais da minha essência e dos meus propósitos de vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Obrigado a você que me acompanha sempre e que teve paciência de ler esse texto até o final. Eu desejo que você, em 2018, possa dar muitos foras.

Fora 2017!

Feliz 2018! Ano de renovação.

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