Obrigado a você que faz parte da minha vida!

28 comentários | Casamentos, Fotografia de família, Fotografia infantil, Gestantes, Trabalhos Fotográficos

2010 chegou ao fim. Mais um ano fantástico em minha vida em todos os aspectos principalmente failiar e profissional. Só posso agradecer e o farei aqui em grupos para que eu não cometa injustiças e me esqueça de pessoas importantes.

Família: obrigado pelo apoio e compreensão de sempre. Sem vocês, principalmente Ana e Juju, seria mais difícil investir o tempo e minhas energias. Tantas viagens, workshops e as vezes um tempo a mais longe de vocês, que só são suportados por saber que me apoiam em todas as minhas decisões. Vocês me dão chão.

Amigos: sei que me ausentei esse ano. Só agradeço pela paciência de terem escutados tantos nãos. Prometo em 2011 ser mais presente. Esse é uma das minhas principais metas, podem acreditar.

Equipe: o que dizer de uma equipe com pessoas escolhidas a dedo? Vocês são o BOPE da fotografia. Tropa de elite mesmo. Confio cegamente em vocês. Obrigado por acreditarem sempre nas minhas idéias e me ajudar a colocá-las em prática.

Alunos: vocês são aqueles que me fazem todo dia buscar mais conhecimento. Grandes responsáveis pela minha evolução profissional. Depois que comecei a dar aula a minha curva de aprendizado se tornou mais íngreme. Eu adoro compartilhar, o pouco que sei. Espero em 2011 poder trazer mais novidades para vocês. Obrigado por tudo!

Anônimos: obrigado aqueles anônimos que visitam meu blog de tempos e tempos deixando recados mal criados. Seja lá qual for o motivo de tanta raiva, vocês também são importantes para minha evolução pessoal e profissional pois testam minha paciência além de me fazerem focar naqueles que me admiram e gostam do meu trabalho e de mim. Não pretendo ser unanimidade, mesmo porque ela é burra mas continuarei agindo com paciência para com vocês e não adianta, seus comentários maldosos e sem educação não serão publicados…hehehehe.

Noivos e clientes que fotografei: o que dizer de vocês? Só posso agradecer por me confiarem momentos tão especiais de suas vidas não é verdade? Espero continuar meu trabalho e se possível ser coroado com a indicação de vocês pois ela é o principal sinal de missão cumprida.

Leitores: obrigado leitores que gostam desse espaço que é o meu BLOG. Desculpem minhas falhas, os momentos que me ausentei mas saibam que cuido deste cantinho com muito carinho. Sejam sempre bem vindos!

Para finalizar, colocarei aqui as minhas 50 imagens preferidas do ano de 2010. Que venha o próximo ano repleto de realizações e gratidão para mim e todos os citados acima. Vcs fazem parte da minha vida!

Thank you who is part of my life!

The year of 2010 came to the end. Another fantastic year of my life in all aspects especially familiar and professional. I can only thank and I will do that here in groups so I do not make the injustices and forget important people.

Family: thank you for always supporting me and understanding me. Without you, especially Ana and Juju, it would be more difficult to invest the time and my energies. So many trips, workshops and sometimes a little too long away from you, which I can only stand because I know you support me in all my decisions. You two give me ground.

Friends: I know I was absent this year. Just thank you for the patience for having heard so many no’s. I promise to be more present in 2011. This is one of my main goals, believe me.

Team: what can I say about a team of  picked and chosen people? You are the “BOPE” of photography. Really Tropa de Elite. I blindly trust in you. Thank you for always believing in my ideas and helping me put them into practice.

Students: you are the ones that make me seek more knowledge every day. You are largely responsible for my professional development. Once I started teaching my learning curve became steeper. I love sharing the little I know. I hope in 2011 I can bring more news for you. Thanks for everything!

Anonymous: thank those anonymous people who visit my blog from time to time leaving snot messages. Whatever the reason for such anger, you are also important for my personal and professional development, as you are testing my patience and in addition it makes me focus on those that I admire and like my work and like me. I do not intend to be unanimity, even because it is stupid, but I will continue to act with patience with you and no good, your bad and unpolite coments will not be published … hehehehe.

Groom and guests photographed: what can I say about you? I can only thank you for entrusting me with special moments of your lives, isn’t it so? I hope to continue my work and if possible to be crowned with an indication of you, for it is the main sign of accomplishment.

Readers: Thank you readers who like this space which is my BLOG. Sorry for my failures, moments away, but I know that I take care of this little corner with much affection. You are always welcome!

Finally, I’ll post here my 50 favorite images from the year 2010. Bring on next year full of accomplishments and gratitude for me and all of you above. You are part of my life!

Español: ¡Gracias a ustedes que forman parte de mi vida!

2010 llegó a su fin. Otro año fantástico en mi vida en todos los aspectos, principalmente familiar y profesional. Sólo puedo agradecer y lo haré en grupos para no cometer injusticias olvidando a personas importantes.

Familia: gracias por el apoyo y comprensión de siempre. Sin ustedes, principalmente Ana y Juju, sería más difícil invertir el tiempo y mis energías. Tantos viajes, workshops, y a veces un tiempo más lejos de ustedes, que sólo se soportan por saber que me apoyan en todas mis decisiones. Ustedes me dan base.

Amigos: sé que me ausenté este año. Sólo les agradezco por la paciencia de haber escuchado tantos no. Prometo en 2011 estar más presente. Esta es una de mis principales metas, créanme.

Equipo: qué decir de un equipo de gente elegida uno por uno? Ustedes son el SWAT de la fotografía. Verdaderamente tropa de elite. Confío en ustedes ciegamente. Gracias por siempre creer en mis ideas y ayudarme a ponerlas en práctica.

Alumnos: ustedes son quienes me hacen buscar todos los días más conocimientos. Grandes responsables por mi evolución profesional. Después que comencé a dar clases mi curva de aprendizaje se hizo más empinada. Me encanta compartir lo poco que sé. Espero en 2011 poder traerles más novedades. Gracias por todo!

Anónimos: gracias a aquellos anónimos que visitan mi blog cada tanto dejando recados malcriados. Sea cual sea la razón de tanta rabia, ustedes también son importantes para mi evolución personal y profesional, pues prueban mi paciencia más allá de hacerme enfocar en los que me admiran, a quienes les gusta mi trabajo y mi persona. No pretendo unanimidad, inclusive porque es tonta, pero seguiré actuando con paciencia con ustedes y de nada sirve, sus comentarios maliciosos y maleducados no se publicarán…jejejeje.

Novios y clientes que fotografié: qué decir de ustedes? Sólo puedo agradecerles por haberme confiado momentos tan especiales de sus vidas, no es cierto? Espero continuar mi trabajo y si es posible, que me coronen con su recomendación, pues esta es la principal señal de misión cumplida.

Lectores: gracias lectores que aprecian este espacio que es mi BLOG. Disculpen mis fallas, los momentos en que estuve ausente, pero sepan que cuido este rincón con mucho cariño. Sean siempre bienvenidos!

Para terminar, coloco aquí mis 50 imágenes preferidas del 2010.

Qué venga el próximo año repleto de realizaciones y gratitud para mí y todos los arriba citados. Ustedes forman parte de mi vida!

Como a fotografia nos conecta ao mundo

7 comentários | Geral

Eu sempre tenho procurado algo que me justifique me envolver tanto com a fotografia profissionalmente. Encontrei esse vídeo ontem e BINGO! Ele é o que melhor explica, na minha humilde opinião, os meus sentimentos.

Um vídeo rápido de menos de 15 minutos onde o Editor Senior da Revista National Geographic, David Griffin, nos conta como a fotografia conta histórias e muda o rumo dos acontecimentos no mundo. Uma reflexão e tanto.

Mesmo fotografando casamentos, somos contadores de histórias que temos a obrigação de contá-la para os familares dos noivos, tanto os já vivos quantos os que estão para vir. Se pararmos para pensar, é uma responsabilidade e tanto não?

Eu tenho falado sobre “contar histórias” no meu workshop do Olhar. O próximo é em Ouro Preto durante a Semana Santa. Quer vir comigo?

(O vídeo tem legendas em várias línguas, inclusive em Português e Espanhol. Basta ativá-las)

How photography connects us to the world

I’ve always looked for something that justifies my big involvement with photography professionally. I found this video yesterday and BINGO! It is the one that best explains, in my humble opinion, my feelings.

A quick video during less than 15 minutes, where the Senior Editor of National Geographic, David Griffin, tells us how photography tells stories and change the course of world events. Such a reflection.

Even photographing weddings, we are storytellers who have an obligation to tell it to the groom’s and bride’s families, both those who already living and the ones to come. If we stop to think, it is such a responsibility, isn’t it?

I have talked about “telling stories” at my workshop of the View. The next one will take place in Ouro Preto during Holy Week. Want to come along?

(The video is subtitled in several languages, including Portuguese and Spanish. Simply activate them)

Español: Cómo la fotografía nos conecta al mundo

Siempre he buscado algo que justifique el involucrarme tanto con la fotografía profesionalmente. Ayer encontré este video y BINGO! Es lo que mejor explica, en mi humilde opinión, mis sentimientos.

Un video rápido de menos de 15 minutos en el que el Editor Senior de la Revista National Geographic, David Griffin, nos cuenta cómo la fotografía cuenta historias y cambia el rumbo de los acontecimientos en el mundo. Una reflexión de aquellas.

Inclusive fotografiando bodas, somos contadores de historias con la obligación de contárselas a los familiares de los novios, a los ya vivos y a los que están por venir. Se paramos para pensarlo, es una gran responsabilidad, no?

He estado hablando sobre “contar historias” en mi workshop de la Mirada. El próximo será en Ouro Preto durante Semana Santa. Quieren venir conmigo?

(El video trae subtítulos en varios idiomas, incluso portugués y español. Basta activarlos.)

Amor em estado bruto

7 comentários | Casamentos

Tempo, pensamento, libido e energia são solteiros e morrerão assim, mesmo contra nossa vontade.

O que é, o que é? Faz você ter olhos para uma única pessoa, faz você não precisar mais ficar sozinho, faz você querer trocar de sobrenome, faz você querer morar sob o mesmo teto. Errou. Não é amor.

Todo mundo se pergunta o que é o amor. Há quem diga que ele nem existe, que é na verdade uma necessidade supérflua criada por um estupendo planejamento de marketing: desde criança somos condicionados a eleger um príncipe ou uma princesa e com eles viver até que a morte nos separe. Assim, a sociedade se organiza, a economia prospera e o mundo não foge do controle.

O parágrafo anterior responde o primeiro. Não é amor querer fundir uma vida com outra. Isso se chama associação: duas pessoas com metas comuns escolhem viver juntas para executar um projeto único, que quase sempre é o de construir família. Absolutamente legítimo, e o amor pode estar incluído no pacote. Mas não é isso que define o amor.

Seguramente, o amor existe. Mas, por não termos vontade ou capacidade para questionar certas convenções estabelecidas, acreditamos que dar amor a alguém é entregar a essa pessoa nossa vida. Não só nosso eu tangível, mas entregar também nosso tempo, nosso pensamento, nossas fantasias, nossa libido, nossa energia: tudo aquilo que não se pode pegar com as mãos, mas se pode tentar capturar através da possessão.

O amor em estado bruto, o amor 100% puro, o amor desvinculado das regras sociais é o amor mais absoluto e o que maior felicidade deveria proporcionar. Não proporciona porque exigimos que ele venha com certificado de garantia, atestado de bons antecedentes e comprovante de renda e de residência. Queremos um amor ficha-limpa para que possamos contratá-lo para um cargo vitalício. Não nos agrada a idéia de um amor solteiro. Tratamos rapidamente de comprometê-lo, não com o nosso amor, mas com nossas projeções.

O amor, na essência, necessita de apenas três aditivos: correspondência, desejo físico e felicidade. Se alguém retribui seu sentimento, se o sexo é vigoroso e se ambos se sentem felizes na companhia um do outro, nada mais deveria importar. Por nada, entenda-se: não deveria importar se outro sente atração por outras pessoas, se outro gosta de fazer algumas coisas sozinho, se o outro tem preferências diferentes das suas, se o outro é mais moço ou mais velho, bonito ou feio, se vive em outro país ou no mesmo apartamento e quantas vezes telefona por dia. Tempo, pensamento, fantasia, libido e energia são solteiros e morrerão solteiros, mesmo contra nossa vontade. Não podemos lutar contra a independência das coisas. Aliança de ouro e demais rituais de matrimônio não nos casam. O amor é e sempre será autônomo.

Fácil de escrever, bonito de imaginar, porém dificilmente realizável. Não é assim que estruturamos a sociedade. Amor se captura, se domestica e se guarda em casa. Às vezes forçamos sua estada e quase sempre entregamos a ele os direitos autorais de nossa existência. Quando o perdemos, sofremos. Melhor nem pensar na possibilidade de que poderíamos sofrer menos.”

Martha Medeiros

English: Love in rough state

Time, thought, libido and energy are single ones and they will die so, even against our will.

Guess what? It makes you have eyes for only one person, it makes you no longer need to be alone, it makes you want to change your last name, it makes you want to live under one roof. Wrong. It is not love.

Everyone wonders what love is. Some say it does not even exist, that it is actually a superfluous need created by a terrific marketing plan: since childhood we are conditioned to elect a prince or a princess and live with them until death do us part. Thus, society is organized, the economy thrives and the world does not go out of control.

The first paragraph answers the first. It is not love wanting to merge two lives together. This is called association: two people with common goals choose to live together to accomplish a single project, which almost always is to build a family. Absolutely legitimate, and love can be included in the package. But this is not what defines love.

Sure, love exists. However, for we do not have the desire or ability to question certain established conventions, we end up believing that to love someone is to give them our lives. It means not only our “tangible I”, but also give our time, our thoughts, our fantasies, our libido, our energy, everything that you can not catch with our hands, but you can try to capture through possession.Love in the raw state, love 100% pure, love detached from social rules is the most absolute love and the one that should provide greater happiness. It does not provide because we demanded that it comes with a guarantee certificate, certificate of criminal records and proof of income and residence. We want a clean-sheet love for us to hire it for a lifelong position. We do not like the idea of a single love. We quickly manage committing it, not with our love, but with our projections.

Love, in essence, requires only three additives: correspondence, physical desire and happiness. If someone reciprocates your feelings, if sex is vigorous and both are happy in each other’s company, nothing else should matter. For nothing, that is: should not matter if other is attracted by others, if the other likes to do some things alone, if the other has different preferences from your own, if the other is younger or older, pretty or ugly, if you live in another country or in the same apartment and how many times per day you call each other. Time, thought, fantasy, libido and energy are single and will die single, even against our will. We can not fight against the independence of things. Alliance of gold and other rituals of marriage do not marry us. Love is and always will be autonomous.

Easy to write, beautiful to imagine, but hardly feasible. Is not how we structure the society. Love is captured, is tamed and is stored at home. Sometimes we force its stay and almost always we hand it the copyrights of our existence. When we lose it, we suffer. Better not even think about the possibility that we could suffer less. ”

Martha Medeiros

Thank you Paula and Phlipe for the trust. Happy 2011

Español: El amor en estado bruto

Tiempo, pensamiento, libido y energía son solteros y así morirán, aún contra nuestra voluntad.

Adivina adivinador? Hace que tengas ojos para una única persona, hace que no quieras más estar sólo, hace que quieras cambiarte de apellido, hace que quieras vivir bajo el mismo techo. Se equivocan. No es amor.

Todo el mundo se pregunta qué es el amor. Hay quien dice que ni existe, que en realidad es una necesidad superflua creada por un estupendo planeamiento de marketing: desde niños se nos condiciona a elegir un príncipe o una princesa y con ellos vivir hasta que la muerte nos separe. Así la sociedad se organiza, la economía prospera y el mundo no sale de control.

El párrafo anterior responde a lo primero. No es amor el querer fundir una vida con la otra. Eso se llama asociación, dos personas con metas comunes escogen vivir juntas para ejecutar un proyecto único, que casi siempre es el de construir una familia. Absolutamente legítimo y el amor puede estar incluido en el paquete. Pero no es eso lo que define el amor.

Sin lugar a dudas el amor existe. Pero por el hecho de no tener ganas o la capacidad de cuestionar ciertas convenciones establecidas creemos que darle amor a alguien significa entregarle a dicha persona nuestra vida. No sólo nuestro yo tangible, pero también entregarle nuestro tiempo, nuestro pensamiento, nuestras fantasías, nuestra libido, nuestra energía, todo aquello que no se puede tomar con las manos pero que se puede intentar capturar a través de la posesión.

El amor en estado bruto, el amor 100% puro, el amor desvinculado de las reglas sociales es el amor más absoluto y el que debería proporcionar mayor felicidad. No la proporciona porque exigimos que venga con certificado de garantía, comprobante de buena conducta, de renta y de residencia. Queremos un amor sin antecedentes para poder contratarlo para un puesto vitalicio. No nos agrada la idea de un amor soltero. Tratamos rápidamente de comprometerlo, no con nuestro amor sino con nuestras proyecciones.

El amor en esencia necesita apenas tres aditivos: correspondencia, deseo físico y felicidad. Si alguien retribuye su sentimiento, si el sexo es vigoroso y si ambos se sienten felices en la compañía del otro, nada más debería importar. Por nada entiéndase: no debería importar si el otro siente atracción por otras personas, si al otro le gusta hacer algunas cosas solo, si el otro tiene preferencias diferentes a las suyas, si el otro es más joven o más grande, bonito o feo, si vive en otro país o en el mismo piso y cuántas veces llama por día. Tiempo, pensamiento, fantasía, libido y energía son y morirán solteros, aún contra nuestra voluntad. No podemos luchar contra la independencia de las cosas. Anillo de oro y demás rituales del matrimonio no nos casan. El amor es y siempre será autónomo.

Fácil de escribir, bonito de imaginar, sin embargo difícilmente realizable. No es así que estructuramos la sociedad. El amor se captura, se domestica y se guarda en casa. A veces forzamos su permanencia y casi siempre le entregamos los derechos autorales de nuestra existencia. Cuando lo perdemos, sufrimos. Mejor ni pensar en la posibilidad de que podríamos sufrir menos.”

Martha Medeiros

Gracias Paula y Phlipe por la confianza. Feliz 2011!

Obrigado Paula e Phlipe pela confiança. Feliz 2011!

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